A Hora de Tirar a Fralda

0

Posted by pintinhoamarelinho | Posted in Educação, desenvolvimento | Posted on 31-10-2009

A hora de tirar as fraldas de seu filho ou filha certamente é um momento de muitas dúvidas. Como agir? Qual a idade mais adequada? Deve-se forçar?

Toda mudança numa criança deve respeitar sua individualidade e seu ritmo. Assim, é extremamente importante que se observe se a criança já atingiu um nível de amadurecimento que permita que um treinamento produza resultados.

No caso da retirada das fraldas, por exemplo, é preciso verificar se a criança já é capaz de controlar a eliminação de líquidos e sólidos. Para isso, ela tem que saber como contrair seus esfíncteres, para impedir a eliminação e como descontrair, para permitir que ela se efetue. Ela tem que se familiarizar com as sensações características das necessidades de eliminar líquidos e sólidos.
Nessas condições, é que começa o trabalho dos pais, mostrando que na hora em que ela sentir aquelas sensações ela deverá se dirigir a um determinado lugar para fazer “xixi” e “cocô”.

Os pais devem se preparar para essa transição, pois ela exigirá disposição e paciência para levar a criança ao banheiro várias vezes; trocá-la, quando molhada, para lidar com os sentimentos de derrota ou incompreensão da situação pela criança.
As crianças, em geral, mostram que estão prontas para iniciar o treinamento de retirada das fraldas. Isso ocorre quando elas acordam secas, quando passam uma boa parte do dia secas e falam que fizeram xixi.

O treinamento deve se iniciar com a retirada da fralda durante o dia, levando a criança ao banheiro algumas vezes, mesmo que ela não queira, porque ela ainda não sabe interpretar adequadamente esse desejo. Esse aprendizado costuma levar cerca de 5 a 6 meses.

A freqüência com que a criança apresenta as fraldas noturnas secas mostra se ela já está pronta para também dormir sem elas.

O controle das fezes costuma acontecer um pouquinho depois e a dificuldade aqui depende da relação da criança com o desempenho dessa necessidade. Para aquelas que não têm problemas para evacuar o processo poderá ser mais tranqüilo.

É muito importante que os pais conversem muito com as crianças, mostrando os benefícios de estarem sem as fraldas e encorajando-as sempre, afirmando que elas são capazes desse controle.

Sempre que mudanças forem inevitáveis e necessárias, os pais devem observar também o que acontece com eles durante o processo, de modo a evitar que eventuais conflitos internos interfiram ou dificultem o aprendizado.
Paciência e perseverança são indispensáveis, pois deve-se ter em mente que são muitos os comandos que a criança tem que aprender para o controle dos esfíncteres.

Diante de alguma dificuldade ou dúvida não deixe de consultar um especialista (pediatra/psicólogo).
Texto baseado em artigo da Dra. Gisleine de Mello Almada Rubbo, Psicóloga em Campinas, SP, publicado no saúde on line.

Método Estívill – Fazendo a Criança dormir.

0

Posted by pintinhoamarelinho | Posted in Educação, desenvolvimento | Posted on 28-10-2009

Tudo começa com a criação de rotinas no dia-a-dia da criança, que deverá ter horários fixos para as refeições, para o banho e, claro está, para dormir.
A partir daí, há que adoptar uma atitude firme e segura, eliminando da hora do “dormir” uma série de coisas consideradas “proíbidas”, tais como: dar colo, embalar, passear, ver televisão, brincar até à exaustão, dar água ou leite, etc.)
 
Há que estabelecer elementos externos associados ao sono, que deverão acompanhar a criança durante toda a noite.
- um boneco (Zézinho – nome sugerido pelo autor);
- várias chupetas espalhadas pelo colchão (se a criança utilizar);
- um desenho ou um cartaz realizado pelos pais, que esteja perto da criança, mas não ao seu alcance.
Deve criar-se o Hábito da Afectividade, que consiste em brincar com a criança durante 5-10 minutos, logo após o jantar, em qualquer divisão da casa, excepto no quarto. É ainda desaconselhável realizar actividades que deixem a criança demasiado excitada (tipo ver televisão).
 Em seguida, deita-se a criança na sua cama, junto dos elementos já referidos e diz-se, num tom firme mas sereno, uma frase do género “Meu amor, o papá e a mamã gostam muito de ti e por isso vão ensinar-te a dormir sozinho. Vais ficar aqui a dormir no teu quarto com o Zézinho e com o teu desenho.”Se a criança chorar (o que vai concerteza acontecer), devem realizar-se pequenas visitas ao seu quarto para a tranquilizar, respeitando intervalos fixos (que aumentam de visita para visita) repetindo a frase anteriormente referida. Nesta fase não é permitido qualquer contacto entre pais e criança, salvo raras excepções (fralda suja, vomitado).
FInalmente, e por estranho que possa parecer, a criança irá adormecer (este processo pode inicialmente demorar cerca de 2 horas) e no espaço de uma/duas semana irá aprender a conciliar o sono sozinha.
NOTA IMPORTANTE: Para uma maior eficácia, esta técnica deve ser utilizada também durante as sestas da criança e sempre que ela acorde durante a noite

Retirado do site portugês: http://princesabeatriz.blogs.sapo.pt

Qual o melhor momento para Falar ? (Quando se preocupar?)

0

Posted by pintinhoamarelinho | Posted in Educação, desenvolvimento | Posted on 23-10-2009

Sempre tivemos a preocupação com a dicção da nossa filhota. Se bem que eram preocupações na sua grande maioria originais de nossa inexperiencia. Até bem pouco tempo (Hoje 2,6 anos) não falava o “R”, substituindo esta vogal na grande maioria das frases e palavras pelo “G”… Cagamujo, Cagamelo, Cachogos e etc…

Esta etapa passou e hoje a grande maioria das palavras saem com bastante fluencia, nos impressionando inclusive com termos como “Rinoceronte”.
Achei um texto bacana que quero copartilhar com vocês:

Aprendendo a falar desde cedo.

“A bola é lalanja”. “Cadê meu binquêdo?”. Qual pai ou mãe não se derrete de alegria ao ouvir a criança pronunciando algumas palavras com pequenos erros. Alguns chegam até a estimular o filho a falar dessa forma, pois soa bonitinho. Lógico que a pronúncia incompleta de algumas palavras é perfeitamente normal para uma criança entre 1,5 a 4 anos de idade, já que ainda não possui o processo de fala em estágio completo. Entretanto, é recomendado que os pais ensinem o filho a falar corretamente desde o início de vida.
A ausência de estímulos à musculatura oral pode acarretar em problemas de fala no futuro. O distúrbio na fala, caso não seja tratado corretamente, pode inclusive afetar mais tarde na alfabetização da criança.
A fonoaudióloga Jamile Elias Canetto explica que algumas atividades simples e aparentemente sem grande importância são essenciais no desenvolvimento oral do bebê. Expressões faciais como mandar beijinho para as crianças ou mostrar a língua funcionam como bons exercícios.
“A criança deve ser estimulada logo após o nascimento. Faça a seguinte atividade: converse de frente para ela e faça gestos e caretas com a boca. É engraçado que o bebê, inconscientemente, tentará reproduzir o gesto. Ao tentar copiar os movimentos labiais, a criança estará indiretamente praticando um excelente exercício de musculatura oral”, informa Jamile Canetto.
Segundo a fonoaudióloga, o processo de aquisição da fala por parte da criança está totalmente ligado à educação exercida pelos pais. Para ela, pai e mãe devem orientar a criança a pronunciar a palavra corretamente, de forma suave, evitando palavras no diminutivo. “Não é interessante que os pais se comuniquem com o filho utilizando diminutivos. Além da criança ter muito mais facilidade em pronunciar ‘boneco’ do que ‘bonequinho’, ela terá mais facilidade de nomear e gravar as palavras por serem mais fáceis de falar”, explica.
Falando com carinho – A correção da pronuncia não significa reprimir cada erro cometido pelo filho. Ao contrário, os pais devem ser carinhosos e explicativos, ensina a fonoaudióloga. “Se o filho diz que quer beber ‘acá’ (água), a mãe deve responder: – Você quer água? Vou pegar água pra você”. “Com isso, a criança aprende a palavra certa, além de unir figura e palavra”.
Mamadeira e chupeta – Personagens famosos do mundo infantil, a mamadeira e a chupeta não são indicadas na aquisição da fala, pois a língua não é estimulada a buscar o alimento, como acontece quando o nenê é amamentado. “Não há o que negar os benefícios gerados pela chupeta e mamadeira em outras situações. Porém, no que se refere ao desenvolvimento da fala, o trabalho de sucção é prejudicado pela presença do bico desses acessórios”, define Jamile Canetto.
Audição – Problemas auditivos também influem no desenvolvimento da fala. A criança com algum tipo de inflamação no ouvido, como a otite, por exemplo, costumam apresentar desatenção por não ouvir direito, o que dificulta no processo de aprendizagem das palavras
Este texto foi publicado no site: http://guiadobebe.uol.com.br por Bruno Thadeu,

Meu Pintinho Amarelinho

0

Posted by pintinhoamarelinho | Posted in Letra de música, Vídeos infantis, vídeo para crianças | Posted on 22-10-2009

 Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão, na minha mão
Quando quer comer bichinhos
Com seus pezinhos ele cisca o chão

Ele bate as asas, ele faz piu-piu,
Mas tem muito medo
é do gavião (Repete 2x)

Pintinho Amarelinho

0

Posted by pintinhoamarelinho | Posted in Vídeos infantis, vídeo para crianças | Posted on 20-10-2009

Você já vu este vídeo?

É uma febre entre os pequenos!

Do DVD Galinha pintadinha.